Mostrando postagens com marcador Produção Texto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Produção Texto. Mostrar todas as postagens

domingo, 13 de novembro de 2011

Como escrever bem?

Para escrever bem é necessário treino!

O primeiro conselho para quem produzir um bom texto é: Leitura. Quem lê muito, certamente terá uma maior facilidade para a realização da escrita, mas o importante também não é só uma leitura superficial, é importante que sempre  faça uma análise do que se lê, a leitura faz parte da vida, mas a interpretação do que se lê nem sempre acontece!
Atente-se aos gêneros textuais, se para você é difícil inventar uma história com personagens, esqueça a narração! Se acha complicado levantar fatos e usar de argumentos para sustentá-los, deixe a dissertação para outro momento. Agora, se você sabe os pronomes de tratamento que devem ser usados, a estrutura que deve ser seguida, e a linguagem usada em uma cartas, então, mãos a obra!
Outra dica é pesquisar sobre os outros tipos de texto que vão além do trio dissertação-narração-carta, como: as derivações de carta (ao leitor, argumentativa, carta-resposta, comercial), memorando, fábula, ofício, ata, manifesto, diário, e assim por diante.
Os vestibulares, de modo geral, estão enfatizando as pluralidades textuais. Pratique! Escreva! Esta é outra palavra-chave para quem deseja ser um bom escritor!
Nada melhor do que praticar para aprimorarmos cada vez mais aquilo que aprendemos! E, por fim, aqui vai outro eco que deve ressoar em seu pensamento depois de “leia”: Escreva! Há semelhanças entre os dois: são motivacionais, mas dependem da pessoa para serem realizados! E só há uma diferença: para o segundo você precisará de papel, lápis e borracha!  Bom trabalho!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Produção de texto

A internet tem ouvidos e memória

Redes sociais são ótimas para disseminar ideias, tornar alguém popular e também arruinar reputações. Um dos maiores desafios dos usuários de internet é saber ponderar o que se publica nela. Especialistas recomendam que não se deve publicar o que não se fala em público, pois a internet é um ambiente social e, ao contrário do que se pensa, a rede não acoberta anonimato, uma vez que mesmo quem se esconde atrás de um pseudônimo pode ser rastreado e identificado. Aqueles que, por impulso, se exaltam e cometem gafes podem pagar caro. Um exemplo escandaloso foi o da universitária paulista Mayara Petruso. Após o resultado das eleições brasileiras em 2010, ela publicou em seu Twitter mensagens extremamente ofensivas aos nordestinos de São Paulo. O resultado foi um processo na Justiça, perda de emprego e uma péssima reputação. Apagar as mensagens e os perfis na rede não basta para deletar um deslize na web. No caso de Mayara Petruso ainda havia um agravante: a jovem estudava direito.
www.terra.com.br- março 2011
Proposta de redação

Você, como jovem, o que pensa a respeito do uso das redes sociais on-line?
Reflita sobre as seguintes questões relacionadas ao tema e escolha uma delas para enfocar de modo especial seu texto dissertativo-argumentativo.
·         A tecnologia está aproximando mais os jovens?
·         A falta de contato físico e de troca emocional pode afetar as amizades?
·         Há relação entre os fakes e bullying?
·         Quais são os perigos da exposição excessiva da vida pessoal na internet?
·         A facilidade das comunicações proporcionada pelas redes sociais pode estar fazendo os jovens terem menos interesse nas relações cara a cara? Qual o perigo de postar sua vida em sites on-line?
Ao produzir seu texto, siga as instruções:
·         Defina o ponto de vista que irá desenvolver;
·         Planeje seu texto. Qual a ideia principal? Que argumentos serão utilizados para fundamentar essa ideia?
Como serão distribuídos os parágrafos?Que tipos de argumentos utilizará: exemplos, comparações, dados históricos, estatísticos, pesquisa, depoimentos.Como será a conclusão: síntese, sugestão ou proposta?
·         Fique atento à linguagem. Ela deve estar de acordo com a norma padrão e com o perfil dos leitores;
·         Concluído seu texto, dê a ele um título atraente, que faça o leitor sentir-se convidado a realizar sua leitura e, antes de passá-lo a limpo, faça uma revisão cuidadosa.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Produção de texto narrativo

O ato de escrever é prazer, diversão. É a sensação de poder, de domínio. Criar gente, fabricar fantasias, inventar cidades, dar vida e dar morte, criar um terremoto ou furacão, fazer o que eu quiser. Escrever é um jogo, brincadeira. Conseguir segurar, prender uma pessoa, mantê-la atrelada a si (é o leitor diante do livro: sua sensação divina).
                                                                                                       (Ignácio de Loyola Brandão).
Leia atentamente as propostas a seguir e esco­lha uma delas para desenvolver um texto narrati­vo, segundo as instruções específicas. Não se esqueça de indicar, junto ao título, a proposta desenvolvida (modelo: Proposta 1: “título”)


Primeira proposta
"Por que ela não me vê? Por trás destes óculos há um sujeito honesto. Estas espinhas dizem ape­nas que eu sou jovem..."
Instruções
  • Desenvolva o conflito insinuado nas frases an­teriores, caracterizando com precisão "esse jovem".
  • Narrador em primeira pessoa.
  • Espaço: o conflito "explode" numa sala de aula.
  • Tempo: duração da aula.

Segunda proposta
"Disseram que ela dormia quando o temporal chegou. Um vagalhão* pegou-a de surpresa, não teve tempo nem pra gritar socorro. Ainda não acharam o corpo. Juvenal, o marido, voltava para casa...”
* onda muito grande.
Instruções
  • Prossiga a história desenvolvendo o conflito que "explode" quando Juvenal se dá conta do que aconteceu.
  • Narrador em terceira pessoa.
  • Espaço: praia.
  • Tempo: uma noite.
Terceira proposta
"Contraiu os músculos, agarrou-se ao traves­seiro, enfiou nele a cabeça, mordeu os lábios su­focando o grito mais profundo. Isso não pode es­tar acontecendo comigo!"

Instruções
  • Dê prosseguimento a essa história, resolvendo o conflito insinuado em "Isso não pode estar acontecendo comigo!"
  • Narrador em primeira pessoa.
  • Espaço: cama.
  • Tempo: uma madrugada.
  • Mínimo- 20 linhas.
Bom trabalho!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Produção de Texto Argumentativo

Liberdade de expressão x Liberdade de imprensa
A mídia deve ser controlada? Tal controle afrontaria a liberdade de expressão? A liberdade de expressão se refere à liberdade individual e ao direito humano fundamental da palavra, enquanto a liberdade de imprensa se refere à liberdade da imprensa ou da mídia de tornar público o conteúdo que consideram informação jornalística e entretenimento. Qual é a sua opinião sobre tal controle?
liberdade_de_imprensa
Baseado na  leitura do texto, redija um texto dissertativo em prosa sobre o seguinte tema: O controle da mídia, liberdade de expressão e liberdade de imprensa

Produção de Texto Argumentativo

Redija um texto dissertativo em prosa sobre o seguinte tema:
A política brasileira vive uma crise de credibilidade? É possível confiar nos políticos que temos? Use linguagem padrão formal, máximo 30 linhas, procure ser preciso ao expor seus argumentos. Bom trabalho!

domingo, 3 de abril de 2011

Informatividade e o Senso-comum no Texto Argumentativo-Dissertativo

Chamamos informatividade as informações veiculadas através dos textos escritos ou visuais, como anúncios, artes plásticas, artigos, dentro outros tipos de textos.
O grau de informatividade de um texto é medido de acordo com o conhecimento de mundo das pessoas a que ele se destina. Ou seja, dizemos que um texto possui um alto grau de informatividade quando a compreensão mais ampla desse texto depender do repertório cultural do leitor.
Um texto é mais informativo quanto menor for sua previsibilidade, e vice-versa. Para que haja sucesso na interação verbal, é preciso que a informatividade do texto seja adequada ao interlocutor.
Uma grande parcela dos textos de circulação nacional veiculados pela mídia possui um grau médio de informatividade. Desta maneira, eles conseguem prender a atenção do leitor e, ao mesmo tempo, acrescentar-lhe novas informações.
Assim, textos contendo relatos de experiência em Química Orgânica, por exemplo, apresentará um alto grau de informatividade, quando direcionado a todos os públicos, pois na verdade ele interessa apenas a um público restrito: aqueles que dominam os conceitos desta área científica.
No entanto, se a informatividade do texto for muito baixa, o leitor pode desinteressar-se por ele, pelo fato de não apresentar nada de novo ou importante. Este tem sido um dos grandes problemas das redações de vestibulares. É necessário que estas produções apresentem um grau médio de informatividade, para que o texto não corra o risco de cair na obscuridade ou relatar o óbvio.
Um exemplo de informação óbvia é o que comumente chamamos “senso comum”. São argumentos aceitos universalmente, sem necessidade de comprovação. Por exemplo: “o homem depende do ambiente para viver”, ou ainda “a mulher de hoje ocupa um papel social diferente da mulher do século XIX”. Informações como estas já foram comprovadas historicamente, não precisam de justificativa. Por apresentarem um grau de informatividade muito baixo, têm um valor persuasivo menor.
Às vezes, o senso comum é confundido com “lugar comum”. Estas são informações obscuras, traduzidas em expressões como “o homem não chora”, “todo político é ladrão”, “mulheres dirigem mal”. Além de preconceituosas, não têm base científica, mas mesmo assim vêm sendo repetidas como se representassem uma “verdade universal”. Empregada dentro do texto dissertativo, acabam por causar incoerência textual, já que não têm base na realidade.
Assim, para que se construa um texto dissertativo que contenha informações relevantes ao leitor, é preciso pesquisar e confrontar diversas fontes sobre a mesma temática, a fim de que o texto apresente argumentos suficientes para levar o leitor a compreender seu raciocínio lógico.
Fontes
CEREJA, William Roberto & MAGALHÃES, Thereza Cochar. Texto e interação. São Paulo, Atual Editora, 2000.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Produção de texto narrativo

O ato de escrever é prazer, diversão. É a sensação de poder, de domínio. Criar gente, fabricar fantasias, inventar cidades, dar vida e dar morte, criar um terremoto ou furacão, fazer o que eu quiser. Escrever é um jogo, brincadeira. Conseguir segurar, prender uma pessoa, mantê-la atrelada a si (é o leitor diante do livro: sua sensação divina).
                                                                                                       (Ignácio de Loyola Brandão).
Narração

Santinho
                                                                                                   Luís Fernando Veríssimo
Me lembro com clareza de todas as minhas professoras, mas me lembro de uma em
particular. Ela se chamava Dona Ilka. Curioso: por que escrevi .Dona Ilka. e não Ilka? Talvez por medo de que ela se materializasse aqui ao meu lado e exigisse o .Dona., onde se viu tratar professora pelo primeiro nome, menino? No meu tempo ainda não se usava o .tia.. Elas podiam ser boas, até maternais, mas decididamente não eram nossas tias. A Dona Ilka não era maternal. Era uma mulher pequena com um perfil de passarinho. Um pequeno passarinho louro. E uma fera.
Eu era um aluno .bem-comportado.. Era um vagabundo, não aprendia nada, vivia distraído. Mas comportamento, 10. Por isso até hoje faço verdadeiras faxinas na memória, procurando embaixo de tudo e em todos os nichos a razão de ter sido, um dia, castigado pela Dona Ilka. Alguma eu devo ter feito, mas não consigo lembrar o quê. O fato é que fui posto de castigo, que consistia em ficar em pé num canto da sala, com a cara virada para a parede (isso tudo, já dá para ver, foi mais ou menos lá pela Idade Média) mas o que eu nunca esqueci foi Dona Ilka ter me chamado de .santinho do pau oco..
Ser bem-comportado em aula não era decisão minha nem era nada de que me orgulhasse.
            Era só o meu temperamento. Mas a frase terrível de dona Ilka sugeria que a minha boa conduta era uma simulação. Eu era um falso. Um santo falsificado! Depois disso, o imaginário com perfil de professora pousou no meu ombro e me chamou de fingido. Os santinhos do pau oco passam a vida se questionando. (...)
Construa um texto narrativo em que a personagem, como Veríssimo, tenha sido vítima de uma injustiça. Obedeça às seguintes indicações:
a) espaço: a sala de aula;
b) tempo: cronológico;
c) foco narrativo: 1ª. pessoa.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Dicas para produção de textos

Produção de textos
Diferente do que muita gente pensa escrever não é uma das tarefas mais fáceis do mundo. Exige pratica, comprometimento, atenção e dedicação. Para escrever um artigo, um post, um tutorial ou mesmo um trabalho escolar basta seguir algumas técnicas básicas e possuir o minimo conhecimento de internet e ferramentas de busca e pronto, esta ai o seu texto prontinho!
Seguindo os passos abaixo certamente você terá um bom material de apoio na produção do seu texto:
FASE DE PREPARAÇÃO
1 – Definindo o tema
Se você tem liberdade para escolher sobre o que escrever defina o tema baseado nos seus interesses e conhecimentos, não tem nada mais fácil do que escrever sobre algo que gostamos e temos conhecimento.
2 – Sinta-se a vontade
Prepare o seu ambiente de trabalho, ou seja, uma cadeira confortavél, papel e caneta proximos ao computador, local calmo onde as pessoas não vão te interromper.
3 – Em busca de ajuda
Faça uma busca na internet e procure material sobre o tema que vai escrever, busque tudo e leia com muita atenção é de lá que virão as idéias. Na hora que for escrever não cópie os textos utilize-os como base para montar o seu.
ESCREVENDO
1 – Montando o esqueleto
Sua pesquisa deve ter lhe dado subsidios suficientes para montar um esqueleto do texto, por exemplo, se eu fosse escrever sobre Engenharia Social montaria um esqueleto do tipo: O que é, exemplos de como funciona, quem utiliza, porque utilizam, como se previnir. Montar o esqueleto é dividir o texto em partes que auxiliam o leitor no entendimento do texto, é o famoso “introdução, desenvolvimento e conclusão” que aprendemos na escola na aula de redação.
2 – Juntando as idéias
Com o esqueleto montado tente identificar no material que você pesquisou as partes que falam sobre cada divisão do seu esqueleto, pode colocar desordenado mesmo você fará a adaptação mais na frente.
3 – Finalizando
Você já esta com o texto praticamente pronto basta reler e organizar as idéias, fazer com que cada parte do esqueleto se encaixe, neste processo você vai cortar e acrescentar dados.
No final você vai estar com o seu texto pronto, escolha um bom titulo e faça a correção ortografica, leia pelo menos umas 5 vezes para ter certeza de que esta tudo direitinho, em cada leitura você vai modificar um pedaço do texto, não se preocupe isso é normal, quando conseguir modificar o minimo de coisas em cada leitura esta com o texto ao teu gosto e certamente vai proporcionar uma leitura interessante.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Crônica


As características abaixo foram citadas por vários autores que tentaram entender a crônica enquanto estilo literário:



  • Ligada à vida cotidiana;





  • Narrativa informal, familiar, intimista;





  • Uso da oralidade na escrita: linguagem coloquial;





  • Sensibilidade no contato com a realidade;





  • Síntese;





  • Uso do fato como meio ou pretexto para o artista exercer seu estilo e criatividade;





  • Dose de lirismo;





  • Natureza ensaística;





  • Leveza;





  • Diz coisas sérias por meio de uma aparente conversa fiada;





  • Uso do humor;





  • Brevidade;





  • É um fato moderno: está sujeita à rápida transformação e à fugacidade da vida moderna.




  •